sábado, 16 de julho de 2011

Lá estava ele, sentado no muro, segurando sua espada.
Seus olhos olhando o chão...
Selene caminhou em sua direção,
e resolveu não lutar com aquele que um dia tanto amara.
"Levante-se, Lowin, e olhe para mim!
Saia logo daqui, pois o que vem de meu céu não deve alegrá-lo.
Vá para o seu reino e não me procure para acertar o passado.
Você me esqueceu quando mais precisei de você,
as trevas se inclinavam diante de mim e
do outro lado a luz me guiava...
Fui forte o suficiente para conseguir me erguer!
Não me procure mais! 
Meus olhos já não brilham quando o vejo
e não clamam por seu olhar!
Eu não o desejo mais!
E quando arquitetar algo contra mim,
não se esqueça, querido Lowin, que eu sou a filha da Lua!"

Lígia G.V.
Luz e paz!



segunda-feira, 4 de julho de 2011

Continuou a cavalgar, agora um pouco depressa
Sabendo de tudo,
conhecendo todos.
O passado reinando,
ela era o que sempre fora,
mas que tinha permanecido dormente durante algum tempo.
E quando chegou aos portões do castelo,
e o sol brilhava, 
Selene recitou alguma coisa
e tudo ficou cinza. 
Cinza como os olhos dele...

Lígia G. V.
Luz e paz!

domingo, 26 de junho de 2011

Não havia o que fazer, pois se ela fugisse ele descobriria,
mas se ela fosse até ele de braços abertos as coisas piorariam.
Ela levantou as mãos para o céu
e com um movimento rápido fez com que as nuvens sumissem.
E olhando carinhosamente para a Lua cheia, 
esperou que as respostas chegassem até ela.
E não tardou muito
porque ela era finalmente Selene, a rainha da Lua!

Lígia G. V.
Luz  e paz!

sexta-feira, 24 de junho de 2011

O vento mudava de direção,
o céu anunciava uma forte tempestade.
Enquanto isso ela continuava a cavalgar em direção a seu castelo.
 A Lua brilhava lá em cima 
e a sua luz ainda era forte apesar de estar atrás das nuvens.
Seus olhos agora já não eram tão alegres.
Ela sabia que ele a estava esperando,
aquele que durante anos ela desejou nunca mais encontrar.

Lígia G. V.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

De longe ela avista o castelo e cavalga depressa.
 Sem saber quem a espera ela se alegra.
 Sem conhecer o mal, nem a escuridão,
ela jamais poderia desconfiar que as trevas entraram em sua casa
devido ao descuido de seus serviçais.
Aqueles que ela tratara tão bem e que tudo oferecera.
Até mesmo a bondade e a luz
e a única face de sua verdade.

Lígia G. V.