domingo, 31 de outubro de 2010

Eu sou

Não deveria haver olhos cansados,
nem sonhos inalcançáveis.
A vida deveria ser o céu,
repleto de estrelas e luz.
Um mar belo e infinito,
para trazer o que há de mais intenso em nós.
Mas não há... não há o que ele quer.
Somos apenas seres às vezes perdidos,
às vezes infinitos.
Não sou a lua nem o mar.
Quero os mares agitados,
as luas mais vivas,
eu quero ser dois sois,
sou poeira, sou imensidão, sou eterna.
Não sou o que alguém deseja,
sou o que eu quero,
só não sei se sou o todo,
mas se desejo, então sou.
somos todos o todo,
repleto de luz e paz,
somos o infinito de amor,
sou o que sou.
Sou.. eu sou!

Lígia G. V.
Luz e paz! (:

2 comentários:

  1. Belo poema Lígia! Continue a nos agraciar com os seus escritos...
    Abraços,

    Yon

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